Edições anteriores
Quem somos
Nossa palavra
Ibem on line
Observatório
Expediente
Família
Atualidade
Fale conosco
Agenda
Entrevista
Olhar crítico
Pelos caminhos da educação
Contando história
Pensando a educação
Aprendendo educar
Atividades educacionais
Vamos conversar?
Os educadores
Literando
Experiências que dão certo
Eduquemo-nos
Gestão
Cartas dos Leitores
Eu, Educador
Link patrocinado
Página principal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamos Conversar?

Ano 9 - nº 77 - 15 de outubro de 2009

Postura docente

Marcelo Tavares*

Para Luiz Carlos de Menezes (revista Escola Junho/Julho 2009, p.114): “No corpo docente de uma escola, há diferentes gêneros, preferências, estilos e situações de vida, mas nem todo comportamento é compatível com a função docente”.

A partir do momento que nos propomos formar futuras gerações, gerar conhecimento e inovação e contribuir para o aperfeiçoamento da humanidade, nos deparamos muitas vezes, com relações que se movimentam em sentidos adversos, fragilizando assim, a harmonia do coletivo e, muitas vezes, o sucesso esperado para o resultado final, seja este em prazos imediatos ou futuros.

De um lado a educação em tempos de rede, a informação instantânea e as conquistas sociais. Em outro instante, um contingente humano buscando administrar conflitos que surgem a todo instante – até pode parecer incoerente, porém, tais situações mostram-se reais e merecedoras de melhorias.

No universo escolar, podemos analisar atitudes levando em consideração posturas adotadas por professores, alunos, pais e comunidade em geral e considerar até natural essa movimentação em múltiplos sentidos buscando diferentes resultados, porém, o que deixa de ser aceitável e precisa ser abolido imediatamente nas organizações públicas ou privadas, são posturas desprovidas da verdade, da ética e do respeito ao coletivo, rotuladas como sendo ações que priorizam a transparência e a autenticidade – enfim a incoerência totalmente dispensável para quem precisa buscar soluções positivas e capazes de alterar realidades.

Como então administrar intempéries diárias frutos da convivência humana? Acredito que a resposta esteja na real essência das intenções, pois ao mostrarem-se desacompanhadas de interesses unicamente pessoais, tendem apresentar resultados mais eficazes para um contexto feliz, harmônico e vitorioso – o que seria o ideal.

Por fim, anseio pelo instante em que os docentes percebam sua força coletiva buscando soluções para a categoria, como por exemplo, melhorias nas ações pedagógicas, formação e treinamento, material didático de qualidade, alternativas para melhoria dos processos, entre várias outras. Mais do que discursos, se dizer docente é ter atitudes e dar bons exemplos – acredito não ser impossível.

*Marcelo Tavares é geógrafo e pós-graduado em projetos interdisciplinares e práticas pedagógicas..

Artigo publicado originalmente em www.webartigos.com.

....................................

Continue a leitura da Edição 77 da Revista ReConstruir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IBEM
Conheça a educação moral e a cultura da paz.
www.educacaomoral.org.br

Interior da Alma
Livros sobre educação, espiritualismo, auto-ajuda.
www.interiordaalma.com.br

Análise e Crítica
Blog de Marcus De Mario sobre assuntos atuais.
http://analiseecritica.blogspot.com

 

 

 

ReConstruir
Publicação eletrônica do Instituto Brasileiro de Educação Moral
Todos os direitos reservados