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Literando

Ano 8 - nº 74 - 15 de julho de 2009

Importância da literatura na educação


por Luiz Carlos de Oliveira*

Desde a antiguidade tanto a leitura quanto a escrita, exercem grande importância na evolução da humanidade. Mas, saber decodificar letras em sons e codificar sons em letras, não é sinônimo de capacidade em utilizar a língua materna, pois essa capacidade de uso é equivalente à possibilidade de falar, escutar, escrever e ler em diferentes contextos de comunicação. Cabe a escola e principalmente ao educador, relacionar as práticas de uso da linguagem às praticas sociais. No início da vida escolar, já na Educação Infantil, é necessário o trabalho com textos que circulam socialmente, dando maior importância a Literatura Infantil. O contato da criança com materiais de leitura deve ser constante para que desperte o gosto por esse ato, tornando-se um hábito e não um momento esporádico.

A Literatura Infantil, utilizada de modo adequado, é um instrumento de suma importância na construção do conhecimento do educando, fazendo com que ele desperte para o mundo da leitura não só como um ato de aprendizagem significativa, mas também como uma atividade prazerosa.

Segundo Pires (2000):

"A literatura infantil torna-se, deste modo, imprescindível. Os professores dos primeiros anos da escola fundamental devem trabalhar diariamente com a literatura, pois esta se constitui em material indispensável, que aflora a criatividade infantil e desperta as veias artísticas da criança. Nessa faixa etária, os livros de literatura devem ser oferecidos às crianças, através de uma espécie de caleidoscópio de sentimentos e emoções que favoreçam a proliferação do gosto pela literatura, enquanto forma de lazer e diversão"

Através da leitura, a criança se apropria de culturas e saberes historicamente acumulados pelo homem, adquirindo informações que o ajudarão na construção de seu conhecimento. A literatura e conseqüentemente a leitura é um dos caminhos mais viáveis para desenvolver e estimular a formação de idéias, que habilitará o educando para uma escrita concisa e lógica.

Nessa perspectiva, o educador deverá adotar em suas aulas atividades que favoreçam o ler e o escrever, visando dessa maneira, aproximar os alunos pelo prazeroso ato de ler e de construir seus próprios textos. Para isso o professor pode utilizar da seguinte metodologia: trabalhar com o intuito de tornar as aulas significativas e prazerosas. Buscaremos estratégias que oportunizem aos alunos, o desenvolvimento da autonomia da leitura, da interpretação e produção de textos, possibilitando e incentivando a participação dos mesmos em todas as atividades abordadas durante o período em que estiverem em sala de aula, promovendo uma aprendizagem mútua, pois como afirma Freire (2002):

"Não há docência sem discência {...} Quem ensina aprende ao ensinar, e quem aprende ensina ao aprender".

Buscando inspiração na afirmação de Freire, desenvolveremos nosso projeto visando oportunizar a participação dos alunos em todos os momentos, fazendo com que eles sintam-se parte do processo de ensino aprendizagem. Portanto, o educador deve se policiar para que sua postura seja a de mediador do saber e não detentor do mesmo.

Para isso será de suma importância, a troca de informação e a organização do espaço, dando a todos a oportunidade de observar e serem observados, falar e ouvir, criticar e sugerir, pensar para fazer, compreender e ser compreendido.

Com esses propósitos e para alcançar os objetivos, o professor pode utilizar alguns procedimentos metodológicos a seguir:

·Propor jogos relacionados com conteúdos desenvolvidos de formas lúdicas;
·Criar situações para o desenvolvimento da autonomia;
·Criar possibilidade de discussão e debates sobre os temas das atividades propostas;
·Estar sempre atendo aos interesses do grupo.

Dessa maneira, as atividades desenvolvidas na sala de aula estarão voltadas ao desenvolvimento do senso critico, da tomada de decisões e do respeito mútuo dos alunos.

Esta pratica tem como objetivo possibilitar o desenvolvimento integral do aluno, oportunizando momentos de aprendizagens, no qual possa torná-la significativa, fazendo com ele sinta-se parte ativa do processo ensino aprendizagem.

(Este artigo foi originalmente publicado no site Web Artigos - www.webartigos.com).

*Luiz Carlos de Oliveira é pedagogo, especialista em docência do ensino superior e professor na rede estadual de Mato Grosso.

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Continue a leitura da Edição 74 da Revista ReConstruir.

 

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