Edições anteriores
Quem somos
Nossa palavra
Ibem on line
Observatório
Expediente
Família
Atualidade
Fale conosco
Agenda
Entrevista
Olhar crítico
Pelos caminhos da educação
Contando história
Pensando a educação
Aprendendo educar
Atividades educacionais
Vamos conversar?
Os educadores
Literando
Experiências que dão certo
Eduquemo-nos
Gestão
Cartas dos Leitores
Eu, Educador
Link patrocinado
Página principal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gestão

Ano 9 - nº 77 - 15 de outubro de 2009

Aplicando a arte de conviver


por Marcus De Mario*

A escola é um espaço social de convivência de pessoas, e não uma linha mecânica de serviços e produção de resultados. Muitas escolas já compreendem isso e tentam equacionar o ensino com a formação de um ambiente humanizado de trabalho. Mas não são todas as escolas, pois muitas insistem em políticas e práticas desumanas.

Para que a escola seja um bom espaço social de convivência temos que entender o significado mais profundo da palavra convivência:

a) Saber viver com o(s) outro(s).
b) Compartilhar pensamentos e emoções com o(s) outro(s).
c) Construir relações enriquecedoras com o(s) outro(s).
d) Entrelaçar a história da minha vida com a história de vida do(s) outro(s).

Tudo isso é convivência, mais ou menos facilitada de acordo com dois fatores principais: nossa predisposição em conviver com o(s) outro(s), e a predisposição da escola em fazer do ambiente de trabalho um ambiente acolhedor e facilitador da convivência.

Conviver é a arte de estar com o outro, sentir o outro, respeitar o outro, compartilhar com o outro, somando valores e ideais.

Num bom ambiente de convivência encontramos o refinamento da competição, que deixa de ser destruidora para passar a ser solidária, ou seja, cooperativa, o que, aliás, deve proporcionar a educação.

Para transformar o ambiente de trabalho num bom ambiente de convivência, siga as seguintes dicas, feitas especialmente para você, que é gestor escolar:

1. Em reuniões com a equipe, saiba também ouvir.
2. Saiba pedir sugestões à equipe.
3. Procure sempre ouvir opiniões sobre suas decisões.
4. Evite julgar as pessoas.
5. Busque nas pessoas que trabalham com você os aspectos positivos.
6. É bom admitir ao grupo suas falhas e pedir desculpas.
7. Interaja com os outros.
8. Sempre que necessário, peça ajuda, você não é infalível.
9. Substitua piadas de mau gosto por incentivos à autoestima.

E lembre-se: exercite sempre o diálogo. Não fique fazendo guerra verbal. Troque idéias e opiniões, converse naturalmente.

É melhor trabalhar num ambiente de convivência salutar, do que num ambiente estressante e não motivador.

Afinal, como podemos educar crianças e jovens se somos deseducados com os adultos que trabalham conosco?

*Marcus De Mario é diretor do IBEM, editor da revista ReConstruir, educador e escritor.

....................................

Continue a leitura da Edição 77 da Revista ReConstruir.

 

 

 

 

 

 

 

IBEM
Conheça a educação moral e a cultura da paz.
www.educacaomoral.org.br

Interior da Alma
Livros sobre educação, espiritualismo, auto-ajuda.
www.interiordaalma.com.br

Análise e Crítica
Blog de Marcus De Mario sobre assuntos atuais.
http://analiseecritica.blogspot.com

 

 

 

ReConstruir
Publicação eletrônica do Instituto Brasileiro de Educação Moral
Todos os direitos reservados