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Atualidade Ano 9 - nº 79 - 15 de fevereiro de 2010 Trote violento na universidade por Marcus De Mario* Mais uma vez assistimos o início do ano letivo nas instituições de ensino superior trazendo notícias de trotes violentos aplicados aos calouros, gerando hospitalação, humilhação e intervenção da polícia, isso quando o trote não leva à morte, como vários casos já foram registrados. Precisamos combater a bestalização do trote, resquício da barbárie do homem. O Ministério Público Federal, em São Paulo, fez uma série de recomendações a mais de 160 instituições de ensino superior, e está cobrando, de cada universidade, um política antitrotes, porque em boa parte as reitorias são omissas, e só se manifestam, timidamente, depois do ocorrido. Os estudantes universitários precisam entender que podem e devem receber seus novos colegas com o que podemos chamar de trote ecológico, ou seja, jogos, brincadeiras e campanhas de cunho social-solidário, com base educativa, alegre e sem nenhuma humilhação moral ou agressão física. Colocar os calouros para arrecadar mantimentos e produtos de higiene para asilos ou orfanatos é um bom exemplo; entre outros, fáceis de realizar e que não causam nenhum transtorno. Que a direção das universidades seja menos omissa, estabeleça regras em comum acordo com os alunos, e tenhamos um início de ano escolar produtivo e exemplar.
*Marcus De Mario é Educador, Escritor e Diretor Geral do Instituto Brasileiro de Educação Moral. .............................. Continue a leitura da Edição 79 da Revista ReConstruir.
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