Edições anteriores
Quem somos
Nossa palavra
Ibem on line
Observatório
Expediente
Família
Atualidade
Fale conosco
Agenda
Entrevista
Olhar crítico
Pelos caminhos da educação
Contando história
Pensando a educação
Aprendendo educar
Atividades educacionais
Vamos conversar?
Os educadores
Literando
Experiências que dão certo
Eduquemo-nos
Gestão
Cartas dos Leitores
Eu, Educador
Link patrocinado
Página principal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atualidade

Ano 8 - nº 74 - 15 de julho de 2009

Professor descompromissado

por Marcus De Mario*

É fato: muitos professores "não estão nem aí" para a educação, para a escola e para os alunos. Seu dia a dia é burocrático, desgastante, estressante ou sem compromisso: quem quiser passar de ano que estude! É fácil constatar isso, basta conviver com os professores, basta visitar uma escola e conversar com professores, alunos e coordenadores para constatar a falta de compromisso com a educação por parte de grande maioria dos professores.

Se a escola é pública a falta de compromisso é devida á burocracia centralizada do estado, aos dissabores com a direção escolar, aos perigos da profissão em comunidades carentes. Se a escola é particular o descompromisso é porque quem sabe obedecer garante o emprego, o salário é baixo, as questões de indisciplina e outras são de competência de outros profissionais.

A verdade é que, independente das motivações, a falta de compromisso é um fator lesa-educação, e professor que "não está nem aí" arca com sérias responsabilidades pela sociedade que temos, pois ele deveria ser o formador de consciências, de cidadãos, mas na medida em que apenas dá aula como mero repassador de conteúdos, sendo até mesmo mau exemplo para os alunos, com suas viciações de caráter estampadas, joga no viver social jovens despreparados, fazendo da escola uma instituição longe do seu grande objetivo de educar.

"Ah, mas a culpa é dos cursos de formação para o magistério, que estão muito fracos e não preparam para a realidade escolar". Seja, isso é em parte verdadeiro, mas quantos alunos, futuros professores, fazem esses cursos com má vontade, sem real aplicação, achando que não vale a pena maior esforço, pois, afinal, nada vai mudar na educação? Querem apenas ter uma profissão, e de preferência longe dos bancos escolares da educação básica, pois melhor é fazer carreira no ensino superior e, se possível, em áreas de pesquisa, pois magistério ...

Fácil é culpar a educação, a criança, o adolescente, a escola, o governo, a família, a sociedade e, se possível fosse, o cachorro e o papagaio, entretanto, parte da culpa pelos fracassos em educação está na falta de compromisso dos professores. Está na hora dos profissionais da educação olharem, primeiro, para si mesmos, pelo bem da própria educação.

*Marcus De Mario é Educador, Escritor e Diretor Geral do Instituto Brasileiro de Educação Moral.

..............................

Continue a leitura da Edição 74 da Revista ReConstruir.

 

 

 

 

 

 

 

 

IBEM
Conheça a educação moral e a cultura da paz.
www.educacaomoral.org.br

Interior da Alma
Livros sobre educação, espiritualismo, auto-ajuda.
www.interiordaalma.com.br

Análise e Crítica
Blog de Marcus De Mario sobre assuntos atuais.
http://analiseecritica.blogspot.com

 

 

ReConstruir
Publicação eletrônica do Instituto Brasileiro de Educação Moral
Todos os direitos reservados