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Atividades Educacionais

Ano 8 - nº 70 - 15 de março de 2009

Aquele abraço

Para fazer com que as crianças, adolescentes e jovens saiam do seu mundo individualista e egoísta, e tornem-se pessoas amáveis e solidárias, o IBEM propõe a realização de diversas atividades de integração interpessoal e humanização das relações, destacando-se aquelas que fomentam o abraço, pois abraçar é muito importante, com ganhos emocionais que podem fazer a diferença na vida adulta.

Vamos, então, aprender a abraçar.

Abraço crescente
O professor deve solicitar que todos fiquem em pé, formando um círculo, explicando que devem obedecer sua voz de comando. Em seguida explicará que quando disser "dois" isso siginifica que devem se abraçar em duplas; quando disser "quatro" devem se abraçar em grupos de quatro pessoas, e assim por diante. O professor inicia a atividade com a primeira voz de comando e vai sucessivamente aumentando o número, até pedir que "todos" se abracem, sempre formando um círculo.

Abraçando seu vizinho
Esta atividade possui duas etapas distintas. Na primeira etapa, o professor divide os alunos em dois grupos com igual número de membros e pede que cada grupo fique de frente ao outro, encostados nas paredes da sala de aula (ou outro local), cada grupo representando moradores de uma das calçadas de uma rua imaginária. Cada aluno deve olhar para o grupo à sua frente e identificar quem é seu "vizinho" de frente e, ao comando do professor, atravessar a rua para se apresentar e dar um abraço somente nesse seu vizinho. Para evitar confusão, o professor deve manter um grupo parado enquanto o outro se movimenta, e depois inverter a ordem. Na segunda etapa, o professor deverá comandar um grupo como se fose um trenzinho, levando os alunos de um lado da rua a abraçar todos os "vizinhos" (um a um) do outro lado, e depois repetir essa ação com o grupo que recebeu o abraço.

Recomendamos aplicar essas atividades periodicamente, incentivando o abraço e o contato pessoal, assim quebrando preconceitos e outras formas de discriminação.

Os resultados positivos na convivência mais harmoniosa entre os alunos, e deles com os professores, ficam evidentes em pouco tempo.

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Continue a leitura da Edição 70 da Revista ReConstruir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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