CAPACITAÇÃO
Curso Presencial
Curso a Distância
Formação Continuada
NA ESCOLA
Seminários
Oficinas de Vivências
Palestras
Assessoria Pedagógica
IBEM
Quem Somos
Projeto Educação Moral
Clube Amigos do IBEM
Parceiro-Educador
Pestalozzi
Campanha Amar e Educar
Agenda
Central de Atendimento
Ibem on Line
Livros
Arquivos
Ações do IBEM
Cadastro
EDUCAÇÃO
Educação Moral
Pedagogia da Sensibilidade
Escola do Sentimento
Família
Experiências Que Dão Certo
Contando Histórias
Aprendendo Educar
Pensando a Educação
Atividades Educacionais
Links
Notícias Educacionais
Entrevistas
Artigos
Interatividade
Os Educadores
REALIZAÇÕES
Revista ReConstruir
Vivendo Sempre em Paz
Educação no 3º Milênio
SOS Professor
SITE
Primeira Página
   

Artigo
08/10/2007

Repetindo o Discurso, Até Quando?

Ronaldo Gomes
rgomes@educacaomoral.org

Será que estamos muito repetitivos em relação à educação moral? Focando sempre os aspectos de valores humanos, formação do caráter, ética, moral, todas estas aplicadas em sala de aula, seja, no ensino básico, no superior, na família, na sociedade?

A Pedagogia da Sensibilidade, que o IBEM, vem cumprindo em sua trajetória ao longo destes anos, promovendo debates, palestras, seminários, não é mais uma utopia, basta lermos os jornais, ligar a televisão nos noticiários, verificaremos o predomínio da indiferença, inversão dos valores humanos, o egoísmo humano predominando, cada vez mais, em nossa sociedade materialista, capitalista, imediatista, sem sensibilidade.

Vivenciamos, no dia-a-dia, a humanidade que visa lucros, e faz da educação o dualismo precatório, que seguem normas pré-estabelecidas, com a elite tendo todos os privilégios e estruturas diferenciadas.

Enquanto continuarmos fingindo que nada acontece na sociedade, usando de subterfúgios e ações paliativas de combate à violência, analfabetismo, inversão de valores, o despotismo, as politicagens, abuso de poder, fazendo de nossos semelhantes escravos e alienados, com uma educação que visa, tão somente, o tecnicismo cruel e doentio, ditatorial.

Nós educadores somos formadores e facilitadores deste processo, não fingir que não temos ou negarmos nossa participação, neste contexto educacional que vem ao longo dos tempos determinando o que devemos fazer com nossas crianças, jovens e adultos. Políticas que fazem da educação instrumento de controle social, para escravizar e atrofiar as mentes, e assim, dar prosseguimento às ideologias dominantes do PODER.

Somos nós, educadores, que podemos e devemos fazer a diferença, na sala de aula, na escola, na sociedade, quando aplicamos ações educacionais críticas, contextualizadas, trocando experiências, informações, no processo ensino-aprendizagem, visando ao resgate de nossa origem humana, resgatando os reais valores humanos, éticos, morais e principalmente afetivos.

Será que estamos muito repetitivos em relação à educação moral?
Não tem mais solução?
Não devemos ter esperanças?
De quem é a responsabilidade?
Educação não é a solução?

Se a educação não é a solução, nem tão pouco a violência disfarçada de ações materialistas e paliativas, que somente continuam a dividir as classes sociais, determinando que: o povo fique no seu devido lugar, restrito à sua insignificante posição de meros reprodutores, e controlados por políticas educacionais que façam do homem o escravo em si mesmo, em seu devido lugar.

A educação não é a solução, mas simplesmente o ÚNICO CAMINHO.

Eduquemo-nos.

Para ler todos os artigos de Ronaldo Gomes clique aqui.


Eventos Duque de Caxias


Assessoria

Análise&Crítica
Blog