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Artigo O Psicopedagogo e a Ação Pedagógica Ronaldo
Gomes Como especialista na área psicopedagógica, temos o dever de termos uma visão geral, isentos de idéias preconcebidas, afinal fará toda diferença no decorrer da pesquisa, estudo e aplicabilidade no enxergar as potencialidades do educando, sua história de vida social, cultural, política e econômica, em prol de aprendizagens significativas e efetivas, seja no desenvolvimento cognitivo e afetivo. Neste campo podemos assim diagnosticar, por exemplo, as TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção Hiperatividade), entre outros, conduzindo, propondo estratégias, e trabalhando de acordo com as necessidades da criança e adolescente, enfatizando que a participação da família é de fundamental importância. O psicopedagogo, em si mesmo, já é fruto da interdisciplinaridade, este trabalha aspectos essenciais como a pedagogia, a medicina, a psicologia. Temos especialistas como: Psicopedagogia Institucional, Psicopedagogia Clínica, Psicopedagogia Empresarial. Assim sendo, jamais o psicopedagogo poderá perder a visão do todo, e na escola ele terá de trabalhar em todas as áreas disciplinares, para que possa, junto com os demais profissionais, dar caminhos, numa sintonia psicopedagógica; neste ponto entra a família, a interdisciplinaridade que possibilite ao educador, e educando, estarem minimizando os riscos desta integralização dos conhecimentos, onde também a multidisciplinaridade, coadjuvando com a interdisciplinaridade, podendo ser utilizadas de forma objetiva e consciente por todos os envolvidos. Por se tratar de uma quebra de paradigmas, não pode haver personalismos entre os profissionais da área. O psicopedagogo pode assim trabalhar alguns aspectos como: reforçar a parceria entre escola e família; atuar junto ao corpo docente para que se conscientize de sua importância nesta construção do aprender e reaprender, do seu envolvimento no processo de aprendizagem, com ênfase na avaliação do aluno, não bastando apenas o dar conhecimento; programar ações com projetos para a autonomia de professores e alunos; incentivar interações interpessoais; incentivar a ação educativa, considerando as bagagens intelectuais e morais dos envolvidos etc. Afinal somos seres humanos e não máquinas, e se não aceitamos tudo que temos vivenciado hoje em nossa sociedade, devemos no mínimo fazer nossa parte na reconstrução dos valores humanos, éticos, morais, e na formação do caráter, como facilitadores do processo educacional. A ação pedagógica deve ser clara, objetiva, onde a participação de todos os envolvidos seja de fato uma prática educativa, que leve a discussão e decisões, ou seja: família, escola e comunidade. Não se descaracterizando a realidade social, econômica, política, cultural e histórica. É uma construção que norteará a coletividade para fins educacionais que desenvolva o Ser Integral de forma salutar, como prevenção, e, sobretudo, com determinação da gestão democrática, responsável, autônoma etc. No processo pedagógico interdisciplinar, com todos os envolvidos, a que se trabalhar a afetividade no sentido de se intensificar o verdadeiro papel do educador, da família, suas responsabilidades, diante do educando e seu desenvolvimento cognitivo e afetivo. A Psicopedagogia estuda o todo, as problemáticas educacionais, analisando o coletivo e o individual, trabalhando com a participação de todos. Assim deve ser a ação pedagógica do psicopedagogo, buscar sempre a causa, no intuito de realizar uma solução sempre palpável, pela realidade do grupo e este, em busca de soluções, rompendo com o personalismo, preconceitos, vivenciando na realização do coletivo e suas necessidades reais, trabalhando a sensibilidade, o despertar, numa conscientização de se resgatar os valores humanos, a formação do caráter e a moralização do individuo na sociedade, desenvolvendo aspectos morais do ser integral. Eduquemo-nos! Para ler todos os artigos de Ronaldo Gomes clique aqui. |
Análise&Crítica
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