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Artigo
19/01/2009

O Projeto Político Pedagógico ao Interesse de Todos

Ronaldo Gomes

O professor deve ser de fato, educador, não é ser diferente, mas fazer a diferença, sendo o facilitador do processo, numa palavra, também vivenciar sua importância no processo ensino aprendizagem.

A família participar da vida de seus filhos, com ênfase na sua trajetória de vida social escolar, sem no entando moldar seus filhos, ao contrário prepará-los para a vida em sociedade, no bem comum.

É na família que se principia todo o contexto de aprendizagem do individuo, em sua formação cognitiva, afetiva, social, formação do caráter e dos valores humanos.

A escola por sua vez tem de ir ao encontro desses anseios, como um filtro, um reencontro desses valores. A importância da construção do planejamento político pedagógico leva a escola, família e comunidade a romperem barreiras, antes intransponíveis. Daí ser fundamental uma participação dentro da realidade de todos os envolvidos.

A escola na elaboração do P.P.P, deve sempre ser participativa com a presença de todos os responsáveis pela escola e envolvidos com a educação das crianças, jovens e adolescentes. Participação, planejamento, debates etc, numa palavra o P.P.P só será de fato um instrumento educativo e principalmente continuo e praticado, se houver a interação e efetivamente participação, acompanhamento de todos, ou seja: escola com seus funcionários, educadores, educandos, gestores; família com os pais e responsáveis; comunidade com as famílias, representantes legais da comunidade etc.

O projeto deve ser elaborado a partir de uma ampla discussão e seguindo os interesses de todos sem distinção de realidades, com flexibilidade, planejamento e diagnósticos.

Assim entra o marco referencial: Marco Situacional, Marco Doutrinal ou filosófico e o Marco Operativo. O P.P.P deve ser o norteador dos interesses da escola, família e comunidade, num contexto participativo e amplo.

Não há pressa na proposta e elaboração do Projeto, afinal é uma construção em que haverá sempre a discussão plena, dialógica e participativa como um processo para o bem comum entre os envolvidos, conscientes das propostas e debates, para que possa de fato sair do puro verbalismo e partir para as ações elaboradas e estruturadas por todos.

A educação tem sido o que dela fazemos, porém a educação é mais que palavras, mais que conteúdos, mais que construções, é antes de tudo a transformação do homem pelo homem, sua interatividade, aprendendo, reaprendendo, troca mútua de conhecimentos, valores humanos, não sendo o puro e simples desenvolver do cognitivo, dos saberes, porém e também a sensibilidade, a afetividade.

Afinal somos homens e os reais construtores de nosso futuro uns com os outros. A educação é antes de tudo um ato de prevenção no ensinar, aprendendo e reaprendendo uns com os outros continuamente.

Eduquemo-nos!

Para ler todos os artigos de Ronaldo Gomes clique aqui.

 

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Blog de Marcus De Mario