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Artigo O Projeto Político Pedagógico ao Interesse de Todos Ronaldo
Gomes O professor deve ser de fato, educador, não é ser diferente, mas fazer a diferença, sendo o facilitador do processo, numa palavra, também vivenciar sua importância no processo ensino aprendizagem. A família participar da vida de seus filhos, com ênfase na sua trajetória de vida social escolar, sem no entando moldar seus filhos, ao contrário prepará-los para a vida em sociedade, no bem comum. É na família que se principia todo o contexto de aprendizagem do individuo, em sua formação cognitiva, afetiva, social, formação do caráter e dos valores humanos. A escola por sua vez tem de ir ao encontro desses anseios, como um filtro, um reencontro desses valores. A importância da construção do planejamento político pedagógico leva a escola, família e comunidade a romperem barreiras, antes intransponíveis. Daí ser fundamental uma participação dentro da realidade de todos os envolvidos. A escola na elaboração do P.P.P, deve sempre ser participativa com a presença de todos os responsáveis pela escola e envolvidos com a educação das crianças, jovens e adolescentes. Participação, planejamento, debates etc, numa palavra o P.P.P só será de fato um instrumento educativo e principalmente continuo e praticado, se houver a interação e efetivamente participação, acompanhamento de todos, ou seja: escola com seus funcionários, educadores, educandos, gestores; família com os pais e responsáveis; comunidade com as famílias, representantes legais da comunidade etc. O projeto deve ser elaborado a partir de uma ampla discussão e seguindo os interesses de todos sem distinção de realidades, com flexibilidade, planejamento e diagnósticos. Assim entra o marco referencial: Marco Situacional, Marco Doutrinal ou filosófico e o Marco Operativo. O P.P.P deve ser o norteador dos interesses da escola, família e comunidade, num contexto participativo e amplo. Não há pressa na proposta e elaboração do Projeto, afinal é uma construção em que haverá sempre a discussão plena, dialógica e participativa como um processo para o bem comum entre os envolvidos, conscientes das propostas e debates, para que possa de fato sair do puro verbalismo e partir para as ações elaboradas e estruturadas por todos. A educação tem sido o que dela fazemos, porém a educação é mais que palavras, mais que conteúdos, mais que construções, é antes de tudo a transformação do homem pelo homem, sua interatividade, aprendendo, reaprendendo, troca mútua de conhecimentos, valores humanos, não sendo o puro e simples desenvolver do cognitivo, dos saberes, porém e também a sensibilidade, a afetividade. Afinal somos homens e os reais construtores de nosso futuro uns com os outros. A educação é antes de tudo um ato de prevenção no ensinar, aprendendo e reaprendendo uns com os outros continuamente. Eduquemo-nos! Para ler todos os artigos de Ronaldo Gomes clique aqui. |
Análise&Crítica
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