CAPACITAÇÃO
Curso Presencial
Curso a Distância
Formação Continuada
NA ESCOLA
Seminários
Oficinas de Vivências
Palestras
Assessoria Pedagógica
IBEM
Quem Somos
Projeto Educação Moral
Clube Amigos do IBEM
Parceiro-Educador
Pestalozzi
Campanha Amar e Educar
Agenda
Central de Atendimento
Ibem on Line
Livros
Arquivos
Ações do IBEM
Cadastro
EDUCAÇÃO
Educação Moral
Pedagogia da Sensibilidade
Escola do Sentimento
Família
Experiências Que Dão Certo
Contando Histórias
Aprendendo Educar
Pensando a Educação
Atividades Educacionais
Links
Notícias Educacionais
Entrevistas
Artigos
Interatividade
Os Educadores
REALIZAÇÕES
Revista ReConstruir
Vivendo Sempre em Paz
Educação no 3º Milênio
SOS Professor
SITE
Primeira Página
   

Artigo
10/11/2008

Educação dos Bilhões para Escravidão

Ronaldo Gomes

US$ 700 bilhões. Este é o pedido do secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, que pediu neste domingo a rápida aprovação no Congresso de um plano de resgate financeiro devido à contínua fragilidade dos mercados. E em outro documento, de apenas três páginas, segue ao congresso outro pedido para elevar o endividamento do país de US$ 10,6 trilhões a US$ 11,3 trilhões. Se somarmos a isso outros tantos, quase 1 a 3 trilhões só de gastos com a guerra com o Iraque, e as perdas econômicas americanas em manter seus materiais bélicos e homens devidamente armados e preparados em outros territórios, podemos admitir que os grandes governantes dos chamados paises do primeiro mundo, não realizam nada pela paz, pela educação, pela promoção do ser humano, o extermínio da miséria, das desigualdades sociais etc, por não desejarem, possibilitando cada vez mais suas ambições e ganhos egoísticos.

Pensando em si, as elites tentam se salvar, ajudando umas às outras, na razão de salvarem suas vidas? Não, exclusivamente seus ganhos.

Aos países em decadência humana, nada fazem, e se o fazem é só para ganharem mais, sugarem destes países com o trabalho escravo, os ganhos das dívidas externas, os empréstimos, que na verdade são dados com fins de prisão financeira atrelados ao sistema econômico mundial.

Enfim, onde estão a aplicação dos recursos financeiros para a educação dos valores humanos, sua promoção social, na educação que desenvolva o Ser Integral em suas prerrogativas de vida em sociedade, respeito um ao outro, distribuição de renda etc?

Sabemos que são empregados recursos, porém, até aqui o ser humano tem sido levado como máquina humana, sendo preparado para os trabalhos tecnológicos, e ser escravo das elites que só têm a preocupação de preparar as classes menos favorecidas para a mão de obra, como seu serviçal.

A educação tem sido até os dias de hoje empregada com fins de uma reprodução das intenções ideológicas das elites autárquicas. Muitos precursores lutaram pela educação do Ser Integral, sem as políticas partidárias, visando sempre a educação como prevenção, promoção social do individuo e sua autonomia.

A família, assim como as escolas, precisam estar unidas em prol da educação participativa, eliminando o preconceito, a discriminação, as exclusões sociais, uníssonas na interação pedagógica, para reconstruírem no processo ensino-aprendizagem os valores humanos, e atentas sobre este aspecto de serem meras reprodutoras de intenções das ideologias elitistas.

Todos nós somos responsáveis pelo que estamos realizando com nossas crianças, adolescentes e idosos, seja na família ou nas instituições de ensino.

Devemos estar cientes de nossas construções e relações humanas, afinal, somos a sociedade, estamos interligados uns aos outros; enquanto houver um só semelhante sendo escravizado, passando fome etc, estaremos agindo contra nós mesmos, e isso é o que temos presenciado até os dias de hoje, nas deturpações educacionais, que transformam-nos em soldados para as guerras, e na educação apenas do conhecimento, do conteúdo.

Precisamos urgentemente empregar esforços em prol da educação moral, sem falsear o que de mais importante existe neste processo: a vida, o amor, e o ser humano.

Eduquemo-nos!

Para ler todos os artigos de Ronaldo Gomes clique aqui.

 

Análise&Crítica
Blog de Marcus De Mario