CAPACITAÇÃO
Curso Presencial
Curso a Distância
Formação Continuada
NA ESCOLA
Seminários
Oficinas de Vivências
Palestras
Assessoria Pedagógica
IBEM
Quem Somos
Projeto Educação Moral
Clube Amigos do IBEM
Parceiro-Educador
Pestalozzi
Campanha Amar e Educar
Agenda
Central de Atendimento
Ibem on Line
Livros
Arquivos
Ações do IBEM
Cadastro
EDUCAÇÃO
Educação Moral
Pedagogia da Sensibilidade
Escola do Sentimento
Família
Experiências Que Dão Certo
Contando Histórias
Aprendendo Educar
Pensando a Educação
Atividades Educacionais
Links
Notícias Educacionais
Entrevistas
Artigos
Interatividade
Os Educadores
REALIZAÇÕES
Revista ReConstruir
Vivendo Sempre em Paz
Educação no 3º Milênio
SOS Professor
SITE
Primeira Página
   

Artigo
24/03/2008

A Arte de Sempre Educar

Marcus De Mario

Quando se fala em educação as pessoas, professoras ou não, fazem uma equação simplista: educar é igual a ensinar, que é igual a dar aula, portanto, a educação só acontece na escola. É esse olhar míope que descompromissa a sociedade da educação dos seus indivíduos, acreditando que basta fornecer escola, que basta transmitir os saberes das culturas e dos conhecimentos acumulados, para promover educação. Por isso ovimos os pais dizerem que, ao matricularem seus filhos na escola, providenciaram a educação dos seus rebentos amados.

Estão todos enganados. Quando a escola surgiu na história da humanidade, foi para auxiliar os pais no processo de educação dos filhos, e não para substituir, ou excluir, a família. Com o passar do tempo e a institucionalização do sistema público de ensino, fizemos uma transferência de responsabilidades, colocando toda a educação dentro da escola.

Coitada da escola, e dos professores, que se viram com o duplo atributo de ensinar através das matérias curriculares e ao mesmo tempo educar consciências. Optaram, por ser mais prático e mais palpável, apenas ensinar, o que já dá muito trabalho. E a educação virou sinônimo de instrução, ou seria melhor dizer ensinação?

Para melhor ensinar criamos o tempo de aula, hoje universalmente sancionado em cinquenta minutos, embora não haja pesquisa científica que dê aval a esse tempo convencionado. E criamos as provas como método de avaliação, embora elas sejam muito questionáveis e provoquem distorções sobre o processo ensino-aprendizagem. E criamos também as classes fechadas, com até sessenta alunos, ou absurdamente mais, que tem um ano para provar sua capacidade de ir para outra classe, a série seguinte na escalada do ensino. Por que um ano, ninguém sabe, deve ser pela comodidade de seguir o calendário iniciado em janeiro e com término em dezembro.

Ora, a educação, que é mais do que ensinação, acontece todos os dias, todas as horas, em todos os momentos, e é articulada por qualquer pessoa, independente de ter um diploma específico de professor.

Quando a futura mãe, estando grávida, acaricia o bebê em formação dentro de sua barriga, dirigindo-lhe doces palavras, já o está educando. Quando o pai, com alegria, toma o bebê nos braços e o levanta no ar, fazendo-o sorrir, está educando, pois comunica ao filho o quanto o ama.

Sempre que dialogamos, existe educação. Sempre que algo ensinamos, existe educação. Sempre que damos alguma orientação de ordem moral, existe educação. Sempre que exemplificamos, existe educação.

Em família, mesmo que não percebamos, estamos sempre educando, bem ou mal, por isso precisamos prestar atenção ao que estamos fazendo, como estamos fazendo, porque estamos fazendo, para que estamos fazendo. E não confundir educação com o chamado reforço escolar, pois estamos falando de formar consciências, de dar boa orientação moral, de permitir a construção de valores.

Será que estamos sabendo sempre bem educar?

Pensemos nisso!

Para ler todos os artigos de Marcus De Mario clique aqui.


Eventos Duque de Caxias


Assessoria

Análise&Crítica
Blog